Subsídio Universal para Filho ou Filha
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O Abono Universal para Filho ou Filha (AUH) é um programa de proteção social implementado pelo governo argentino com o objetivo de fornecer apoio econômico às famílias mais vulneráveis e garantir os direitos das crianças.
Esta iniciativa enquadra-se na Lei de Protecção Integral dos Direitos das Meninas, Rapazes e Adolescentes e tem sido uma medida fundamental para reduzir a pobreza infantil no país.
O programa foi criado em 2009, durante a presidência de Cristina Fernández de Kirchner, e desde então passou por diversas atualizações e ampliações para atingir um maior número de beneficiários.
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A AUH é administrada pela Administração Nacional da Segurança Social (ANSES) e beneficia famílias com filhos menores de 18 anos, incluindo crianças com deficiência, em situação de vulnerabilidade socioeconómica.
Para ter acesso ao AUH, as famílias devem atender a alguns requisitos, como ser argentina ou estrangeira com residência legal no país, ter renda abaixo do limite estabelecido e que os filhos estejam inscritos no Cadastro Nacional de Pessoas (Renaper) e tenham até -data verificações de saúde e educação.
O valor do subsídio é atualizado periodicamente e pode variar dependendo da situação económica do país e do número de filhos que a família tem.
Além disso, o AUH é complementado pelo Programa Nacional de Auxílio à Gravidez de Proteção Social, que visa atender gestantes em situação de vulnerabilidade desde os primeiros estágios da gravidez.
Uma das conquistas mais notáveis do Abono Universal para Crianças foi o seu impacto na redução da pobreza infantil na Argentina.
Segundo relatórios do Ministério do Desenvolvimento Social da Nação, o programa atingiu milhões de meninos e meninas em situação de vulnerabilidade, proporcionando-lhes ajuda económica que contribuiu para melhorar a sua qualidade de vida e o acesso aos direitos fundamentais.
Além do benefício económico directo, a AUH também incentivou a frequência escolar e cuidados médicos regulares para rapazes e raparigas beneficiários.
O programa tem se mostrado uma ferramenta eficaz para promover a inclusão social e reduzir as desigualdades, pois garante o acesso a recursos básicos para aqueles que estão em condições mais vulneráveis.
Quem tem o direito?
- Desempregado;
- Trabalhadores informais que ganham menos ou igual a um salário mínimo;
- Monotributistas sociais;
- Trabalhadores do serviço doméstico;
- Cidadãos que recebam algum dos seguintes benefícios: Programa do Ministério do Emprego e Segurança Social, Nós Fazemos o Futuro, Vamos Trabalhar.
Além disso, este grupo de pessoas deve residir no país, ser argentino nascido ou naturalizado, ou ter residência legal há pelo menos 3 anos.
Como registrar?
Primeiramente, para se cadastrar é necessário ter o DNI atualizado e apresentar o Formulário do Caderno PS 1 47. Quem não possui registro na ANSES deve se dirigir ao posto mais próximo.
Quanto aos candidatos com os dados incluídos, basta dirigirem-se à escola dos filhos com a caderneta PS 1.47 para que as autoridades a assinem. Em seguida, execute as seguintes etapas que você verá clicando no botão abaixo.
No entanto, o Abono Universal para Crianças também enfrentou desafios e críticas ao longo da sua implementação.
Alguns sectores argumentam que o programa pode gerar dependência e desencorajar os beneficiários de procurar emprego.
No entanto, vários estudos têm demonstrado que o AUH tem tido um impacto positivo na economia local, ao estimular o consumo e gerar efeitos multiplicadores no mercado interno.
